sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Aí vem o FCP

Sete é o número de vezes em que vi jogos entre Benfica e FC Porto no Estádio da Luz. E o saldo desta belicosidade dificilmente podia ser mais negativo para o glorioso. Uma vitória, um empate e cinco derrotas. Por isso, e não obstante a classificação de ambas as equipas ou o futebol praticado, considero que o FC Porto é sempre favorito nestes embates, tenham eles lugar na Invicta, no Jamor, na Conchichina ou no Estádio da Luz.
O Benfica está melhor. Com Ola John ou Gaitán, Rodrigo ou Lima, Cardozo ou Kardec, Enzo Pérez ou André Gomes, joga à bola que se farta, mas o ascendente mental pode superar a capacidade individual e colectiva. Para os jogadores do Benfica, uma vitória sobre o FC Porto na Luz não significa apenas três pontos: é o superar de um trauma. Para eles e para mim, que não vou à bola no Domingo porque estou convencido de que, comigo e com Pedro Proença (que eu considero, a par de Howard Webb, o melhor árbitro do Mundo) fora do clássico, Cardozo e companhia têm via aberta para saírem vitoriosos do jogo.

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