Há cerca de uma semana, a Associação de Prostitutas Nigerianas lançou uma promoção com o objectivo de alavancar o desempenho dos jogadores da selecção nacional da Nigéria na Taça das Nações Africanas. Em troca do caneco, que já fugia desde 1994, as meretrizes daquele país da África Ocidental prometiam uma semana de sexo gratuito.
Das duas uma: ou as prostitutas nigerianas são ninfomaníacas insaciáveis, ou então não depositavam confiança na sua equipa de futebol, pelo que, em jeito de brincadeira, fizeram a referida promessa. A confirmar-se a segunda tese, parece-me que foram ingénuas: se a Zâmbia foi campeã no ano passado, porque é que a Nigéria não poderia sê-lo?
Agora, avizinha-se muito trabalho, caso a proposta - e ainda não foi clarificado - se estenda não apenas aos atletas, mas a toda a população. É que a Nigéria é, de longe, o país mais populoso de África, com mais de 150 milhões de pessoas.
Dizem-nos ainda os números que a Nigéria também está entre os primeiros do Mundo com mais casos de HIV - é segunda, atrás da África do Sul. À atenção da OMS.
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