No post anterior abordei superficialmente a razão para a minha não-lisbonização durante a faculdade. Essa razão poderia ser isto que irão ter o (des)prazer de contemplar nas fotos seguintes, mas não. Não se tratou de nenhum trauma, até porque andar vestido de Floribela durante uma semana a cantar "Não tenho nada..." é um dos sonhos de qualquer caloiro. São tesourinhos destes que nos fazem viver e, paradoxalmente, morrer. De vergonha.
| Alguém devia estar a dizer-me que eu não era a pessoa mais ridícula daquela praxe |
| Esta não envolveu piada. Não gosto de momentos a solo. Tentei disfarçar o sorriso amarelo |
| Que figura mais triste. Pior do que a saia e os totós só mesmo as calças por dentro das meias |
| O grupo a marchar para a câmara de gás |
| Com a fronha no manto verde. A relva parecia limpinha. Pareciiiiia |
| A formação de uma boys band. Note-se que a minha madrinha era (é?) fanática pelos Backstreet Boys. Esta foi a sua singela homenagem ao quintento americano. Nós éramos um upgrade: seis! |
| Um ensaio dirigido pelo coreógrafo (Eduar)Dão, o padrinho da maioria dos caloiros do curso |
| Para a posteridade |
| Eu com a fã n.º 1 dos Backstreet Boys |
| No último dia de praxes. O espectáculo da pior boys band da história |
| Agarrado ao telemóvel. Um dia hei-de escrever sobre o que lhe aconteceu |
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