quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ainda sobre Lisboa

No post anterior abordei superficialmente a razão para a minha não-lisbonização durante a faculdade. Essa razão poderia ser isto que irão ter o (des)prazer de contemplar nas fotos seguintes, mas não. Não se tratou de nenhum trauma, até porque andar vestido de Floribela durante uma semana a cantar "Não tenho nada..." é um dos sonhos de qualquer caloiro. São tesourinhos destes que nos fazem viver e, paradoxalmente, morrer. De vergonha.

Alguém devia estar a dizer-me que eu não era a pessoa mais ridícula daquela praxe
Esta não envolveu piada. Não gosto de momentos a solo. Tentei disfarçar o sorriso amarelo
Que figura mais triste. Pior do que a saia e os totós só mesmo as calças por dentro das meias
O grupo a marchar para a câmara de gás
Com a fronha no manto verde. A relva parecia limpinha. Pareciiiiia
A formação de uma boys band. Note-se que a minha madrinha era (é?) fanática pelos Backstreet Boys. Esta foi a sua singela homenagem ao quintento americano. Nós éramos um upgrade: seis!
Um ensaio dirigido pelo coreógrafo (Eduar)Dão, o padrinho da maioria dos caloiros do curso
Para a posteridade
Eu com a fã n.º 1 dos Backstreet Boys
No último dia de praxes. O espectáculo da pior boys band da história
Agarrado ao telemóvel. Um dia hei-de escrever sobre o que lhe aconteceu

Sem comentários: