Nós, de forma muito ou pouco profunda, fazemos exercícios retrospectivos não muito diferentes. Lembramos os que partiram e os que chegaram às nossas vidas, aqueles que nos ajudaram e os que nos deixaram ficar mal, as portas que se abriram e as que se fecharam.
O ano que está prestes a terminar não figura no lote dos melhores da minha existência. Mas, porque estará umbilicalmente ligado a mim para sempre, não vou deixar de usar as coisas más como ensinamentos para a vida. Quanto às coisas boas, tentarei conservá-las.
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