Apesar destes números impressionantes, num grupo de amigos há sempre alguém que (ainda) não aderiu à moda. Por norma, justifica-se com o facto de não se interessar pela vida alheia, assim como quem não tem um iPhone diz só precisar de um telemóvel que contenha quatro funcionalidades: efectuar e atender chamadas; enviar e receber mensagens.
Mais cedo ou mais tarde, por constatar que sabe muito menos sobre a vida do fulano ou da fulana tal do que a maioria dos seus amigos facebookianos, ou por nem saber o que é uma APP, acaba por ceder. Alega que é vantajoso no domínio profissional. Bullshit!
A verdade é que chafurdamos a vida dos outros durante 80 por cento do tempo que passamos no Facebook - nesse período de tempo coloco também a acção de garantir que também seremos "chafurdados" - e nem nos damos conta disso. Sejamos nós jornalistas, médicos, engenheiros, advogados, políticos ou espiões do SIED, todos usamos o Facebook para chafurdar.
Seremos todos espiões?
A verdade é que chafurdamos a vida dos outros durante 80 por cento do tempo que passamos no Facebook - nesse período de tempo coloco também a acção de garantir que também seremos "chafurdados" - e nem nos damos conta disso. Sejamos nós jornalistas, médicos, engenheiros, advogados, políticos ou espiões do SIED, todos usamos o Facebook para chafurdar.
Seremos todos espiões?

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